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Inglês para empresas: aulas em grupo ou individuais?

3 de out.
4 min de leitura

Ao investir em inglês para uma equipe, uma das primeiras decisões que a empresa precisa tomar é: as aulas devem ser em grupo ou individuais?

A resposta depende dos objetivos do treinamento, do nível dos colaboradores, das funções que eles desempenham e, principalmente, da forma como o inglês é utilizado no ambiente de trabalho.

Não existe um único formato ideal para todas as empresas. Cada modelo apresenta vantagens diferentes — e, em muitos casos, uma combinação dos dois pode ser a melhor solução.

Aulas de inglês em grupo

As aulas em grupo são uma opção bastante utilizada por empresas que desejam desenvolver o inglês de vários colaboradores ao mesmo tempo.

Um dos principais benefícios é a possibilidade de criar situações semelhantes às que acontecem no ambiente profissional.

Durante uma aula, os participantes podem praticar:

  • reuniões em inglês;

  • apresentações;

  • discussões sobre projetos;

  • negociações;

  • resolução de problemas;

  • conversas com clientes e fornecedores internacionais;

  • comunicação entre diferentes departamentos.

Além disso, trabalhar em grupo permite que os colaboradores tenham contato com diferentes formas de falar inglês e aprendam uns com os outros.

Quando as aulas em grupo fazem mais sentido?

Esse formato pode ser especialmente interessante quando:

  • vários funcionários precisam desenvolver habilidades semelhantes;

  • os participantes possuem níveis de inglês relativamente próximos;

  • a empresa quer desenvolver comunicação e colaboração em inglês;

  • o objetivo inclui reuniões, apresentações e outras situações profissionais;

  • existe interesse em criar uma rotina de aprendizagem dentro da empresa.

Um grupo pequeno também permite que todos tenham bastante tempo para falar. Em treinamentos corporativos, grupos muito grandes podem reduzir significativamente o tempo de participação individual.

E as aulas individuais?

As aulas individuais oferecem um nível maior de personalização.

O professor pode concentrar o treinamento nas necessidades específicas daquele profissional, trabalhando situações diretamente relacionadas à sua função.

Por exemplo, um diretor pode precisar de inglês para reuniões internacionais e negociações, enquanto um engenheiro pode precisar explicar especificações técnicas, participar de videoconferências e discutir projetos com colegas estrangeiros.

Um profissional de RH, por outro lado, pode precisar de inglês para entrevistas, reuniões e comunicação com a matriz.

Quando as aulas individuais podem ser mais adequadas?

As aulas individuais podem ser uma boa opção quando:

  • o profissional precisa de um programa altamente personalizado;

  • existe uma grande diferença de nível entre os funcionários;

  • o colaborador possui necessidades linguísticas muito específicas;

  • existe uma apresentação, viagem ou reunião internacional importante;

  • o profissional precisa desenvolver uma habilidade específica em pouco tempo;

  • horários de trabalho dificultam a formação de grupos.

Outro benefício é a flexibilidade. O conteúdo pode ser adaptado rapidamente de acordo com as necessidades profissionais do aluno.

Grupo ou individual: qual escolher?

A melhor escolha depende do objetivo do programa.

Objetivo da empresa

Formato que pode fazer sentido

Treinar vários funcionários

Grupo

Praticar reuniões e apresentações

Grupo

Desenvolver comunicação entre colegas

Grupo

Trabalhar necessidades específicas de uma função

Individual

Preparar um executivo para uma negociação

Individual

Corrigir dificuldades específicas

Individual

Desenvolver inglês para uma equipe com níveis semelhantes

Grupo

Atender profissionais com níveis muito diferentes

Individual ou grupos separados

É importante lembrar que esses formatos não precisam ser excludentes.

Uma combinação dos dois formatos pode funcionar

Em algumas empresas, uma solução interessante é combinar treinamento em grupo com aulas individuais.

Por exemplo, uma empresa pode oferecer aulas em pequenos grupos para desenvolver comunicação profissional e, paralelamente, oferecer sessões individuais para determinados colaboradores que possuem necessidades específicas.

Um gerente que precisa participar de uma apresentação internacional pode receber algumas aulas individuais para preparar a apresentação, enquanto continua participando das aulas regulares em grupo.

Dessa forma, o treinamento geral da equipe continua funcionando, mas necessidades específicas também podem ser atendidas.

O nível de inglês também é importante

Antes de decidir entre aulas individuais e em grupo, a empresa deve avaliar o nível dos colaboradores.

Colocar profissionais iniciantes e avançados no mesmo grupo pode dificultar o desenvolvimento de todos.

Por isso, um bom programa de inglês corporativo normalmente começa com uma avaliação de nível.

Essa avaliação pode ajudar a empresa a identificar:

  • nível atual de cada colaborador;

  • principais dificuldades;

  • necessidades relacionadas à função;

  • objetivos profissionais;

  • habilidades que precisam de maior atenção.

A partir dessas informações, é possível criar grupos mais equilibrados e definir objetivos mais realistas.

Mais importante do que o formato: o conteúdo

Escolher entre aulas individuais ou em grupo é apenas uma parte da decisão.

Para um programa de inglês corporativo realmente fazer sentido, o conteúdo precisa estar relacionado ao trabalho dos participantes.

Um profissional de engenharia, por exemplo, pode precisar praticar vocabulário técnico e reuniões sobre projetos.

Uma equipe de vendas pode precisar trabalhar apresentações, negociação e relacionamento com clientes.

Profissionais de aviação podem precisar desenvolver comunicação operacional e terminologia específica do setor.

E uma equipe de tecnologia pode precisar praticar reuniões, apresentações técnicas e comunicação com equipes internacionais.

Por isso, um programa corporativo eficaz não deve simplesmente transferir uma aula de inglês tradicional para dentro da empresa.

O objetivo deve ser desenvolver o inglês que os profissionais realmente precisam utilizar no trabalho.

Então, qual é a melhor opção?

A resposta depende da empresa.

Se o objetivo é desenvolver a comunicação de uma equipe, criar oportunidades de interação e trabalhar situações profissionais comuns, pequenos grupos podem ser uma excelente opção.

Se o objetivo é atender às necessidades específicas de um determinado profissional, as aulas individuais podem oferecer maior personalização.

E quando uma empresa possui necessidades diferentes dentro da mesma equipe, combinar os dois formatos pode ser uma alternativa.

O primeiro passo, portanto, não deve ser escolher entre “grupo” ou “individual”.

Deve ser entender por que a empresa precisa do inglês, quem precisa utilizá-lo e em quais situações profissionais ele será utilizado.

A partir daí, fica muito mais fácil escolher o formato adequado.

Next English Corporate .




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A Next English Corporate desenvolve programas de inglês para empresas e profissionais, com conteúdo adaptado às necessidades de cada equipe e setor.

Os treinamentos podem incluir inglês geral, Business English e inglês técnico para áreas como engenharia, aviação, tecnologia, logística e outros ambientes profissionais.

O programa pode ser estruturado em pequenos grupos ou aulas individuais, dependendo dos objetivos e necessidades dos participantes.

Quer descobrir qual formato faz mais sentido para a sua equipe?

Entre em contato com a Next English Corporate para conversar sobre as necessidades da sua empresa.

 
 
 

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